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Novo Testamento


Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem enganosamente.
Disseram-lhe pois os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos e não meter o dedo no lugar dos cravos, e não meter a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.

|Sal. 34:13|

|João 20:25|

E, na verdade, é ela também minha irmã, filha de meu pai, mas não filha da minha mãe; e veio a ser minha mulher.
Dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias ressuscitarei.

|Gên. 20:12|

|Mat. 27:63|

Dissolve-se a terra e todos os seus moradores, mas eu fortaleci as suas colunas. (Selá.)
Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,

|Sal. 75:3|

|Rom. 10:8|






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Marcos


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  • Índice / Títulos
  • Estudo do Livro

1.1 -

João Batista (Mat.3.1-12,etc)

1.9 -

O batismo e tentação de Jesus (Mat. 3. 13-17; 4.1-11)

1.14 -

Vocação dos primeiros apóstolos (Mat. 4. 12-25)

1.21 -

A cura do endemoninhado de Cafarnaum (Luc. 4. 31-37).

1.29 -

A cura da sogra de Pedro (Mat. 8. 14-17).

1.40 -

A cura dum leproso (Mat. 8. 1-4,etc.)

2.1 -

O paralítico de Capernaum (Mat. 9.1-8, etc.)

2.13 -

A vocação de Levi (Mat. 9. 9-13. ).

2.18 -

O jejum (Mat. 9. 14-17,etc. ).

2.23 -

Jesus é Senhor do Sábado (Mat. 12. 1-8. ).

3.1 -

A cura do homem que tinha uma das mãos mirrada (Mat. 12.9-21, etc.)

3.13 -

A eleição dos doze (Mat. 10. 1-4,etc).

3.20 -

A blasfêmia dos escribas (Luc. 11. 14-23,etc. ).

3.31 -

A família de Jesus (Mat. 12. 46-50).

4.1 -

A parábola do semeador (Mat.13.1-23.)

4.21 -

A parábola da candeia (Luc. 8. 16-18).

4.26 -

A parábola da semente.

4.30 -

A parábola do grão de mostarda (Mat. 13. 31,32. ).

4.35 -

Jesus apazigua a tempestade (Mat. 8. 23-27,etc. ).

5.1 -

O endemoninhado gadareno (Mat.8.28-34)

5.21 -

A filha de Jairo. A mulher que tinha um fluxo de sangue (Mat. 9. 18-26 Luc. 8. 40-56. ).

6.1 -

Jesus retira-se para Nazaré

6.14 -

A morte de João Batista (Mat.14.1-12,etc.)

6.30 -

A primeira multiplicação dos pães (Mat. 14. 13-21,etc. ).

6.45 -

Jesus anda por cima do mar (Mat. 14. 22-36. ).

7.1 -

A tradição dos anciãos (Mat.15.1-20,etc)

7.24 -

A mulher cananéia (Mat. 15. 21-28. ).

7.31 -

Cura dum surdo e gago de Decápolis.

8.1 -

Segunda multiplicação dos pães

8.10 -

O fermento dos fariseus (Mat. 16. 1-12. ).

8.22 -

Cura dum cego de Betsaída.

8.27 -

A confissão de Pedro (Mat. 16. 13-23. ).

8.34 -

Cada um deve levar a sua própria cruz (Mat. 624-28 e refs. ).

9.1 -

...

9.2 -

A transfiguração (Mat. 17. 1-13 e refs. ).

9.14 -

O jovem lunático (Mat. 17. 14-21. ).

9.30 -

O maior no reino dos céus (Mat. 18. 1-14 e refs. ).

9.38 -

Quem não é contra nós é por nós (Luc. 9. 49,50. ).

9.42 -

Os escândalos

10.1 -

O divórcio (Mat.19.1-12 e refs.)

10.13 -

Jesus abençoa os meninos (Mat. 19. 13-15 e refs. ).

10.17 -

O mancebo rico (Mat. 19. 16-30).

10.32 -

O pedido dos filhos de Zebedeu (Mat. 20. 17-28. ).

10.46 -

O cego de Jericó (Mat. 20. 29-34. ).

11.1 -

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (Mat. 21.1-11)

11.12 -

A figueira seca: A purificação do templo (Mat.21.12-22.)

11.27 -

Interrogação acerca do batismo de João

12.1 -

Parábola dos lavradores malvados (Mat.21.33-46.)

12.13 -

Interrogação acerca do tributo (Mat. 22. 15-22. ).

12.18 -

Os saduceus e a ressurreição (Mat. 22. 23-33. ).

12.28 -

O primeiro de todos os mandamentos (Mat. 22. 35-40 e refs. ).

12.35 -

O cristo, Filho de Davi (Mat. 22. 41-46. ).

12.38 -

Jesus censura os escribas (Mat. 23. 6,etc. ).

12.41 -

A oferta da viúva pobre (Luc. 21. 1-4. ).

13.1 -

O sermão profético; O princípio de dores (Mat.24.1-14 e refs.)

13.14 -

O sermão profético continua: A grande tribulação (Mat. 24. 15-18 e refs. ).

13.24 -

O sermão profético continua: A vinda do Filho do homem (Mat. 24. 29-45,etc. ).

13.32 -

O sermão profético continua: A vigilância.

14.1 -

A consulta dos sacerdotes (Mat.26.3-5 e refs.)

14.3 -

O jantar em Betânia (Mat. 26. 6-13 e refs. ).

14.10 -

O preço da traição (Mat. 26. 14-16. ).

14.12 -

A última páscoa; a santa ceia (Mat. 26. 17-30. ).

14.27 -

Pedro é avisado (Mat. 26. 31-35 e refs. ).

14.32 -

Jesus em Getsêmani (Mat. 26. 36-46 e refs. ).

14.43 -

Jesus é preso (Mat. 26. 47-56. ).

14.53 -

Jesus perante o sinédrio (Mat. 26. 57-68. ).

14.66 -

Pedro nega a Jesus (Mat. 26. 69-75 e refs. ).

15.1 -

Jesus perante Pilatos (Mat.27.1,2;11-31 e refs.)

15.21 -

A crucificação (Mat. 27. 32-56 e refs. ).

15.42 -

A sepultura de Jesus (Mat. 27. 57-66 e refs. ).

16.1 -

A resurreição (Mat.28.1-10 e refs.)

16.9 -

Aparições de Jesus depois da sua ressurreição.
Preparando estudo

Introdução

O Evangelho de Marcos é o mais conciso e dinâmico dos quatro evangelhos canônicos, apresentando Jesus Cristo principalmente como o Servo de Deus, ativo e poderoso, que veio para ministrar e dar a sua vida em resgate de muitos. Sua mensagem central é a demonstração da autoridade divina de Jesus, revelada em suas palavras e, sobretudo, em seus atos milagrosos, culminando em sua paixão, morte e ressurreição, que são o cerne da fé cristã. Seu propósito é anunciar o Evangelho de Jesus, o Filho de Deus, de forma urgente e direta, inspirando fé e discipulado. No conjunto das Escrituras, Marcos estabelece o fundamento da vida e obra de Jesus, servindo muitas vezes como uma fonte primária para os outros evangelhos sinóticos, e enfatizando a ação redentora do Messias.


Contexto histórico e cultural

O Evangelho de Marcos foi escrito em um período de grande turbulência e desafio para os primeiros cristãos, especialmente em Roma, sob o domínio do Império Romano. Acredita-se que tenha sido composto em meio ou logo após as perseguições iniciadas por Nero (c. 64 d.C.), que vitimaram muitos cristãos, incluindo os apóstolos Pedro e Paulo. Nesse contexto, os destinatários de Marcos, provavelmente cristãos romanos de origem gentílica, enfrentavam pressões e perseguições. O Evangelho de Marcos, ao retratar Jesus como o Servo sofredor que triunfa sobre a morte, oferecia encorajamento e uma teologia da cruz que validava o sofrimento cristão como parte do discipulado. Culturalmente, os romanos valorizavam a ação, a força e o poder, e Marcos apresenta um Jesus que age com autoridade e poder, ao mesmo tempo em que chama para um discipulado que envolve sacrifício e renúncia, contrastando com a glória mundana de Roma.


Estrutura e Temas

A estrutura de Marcos é caracterizada por sua narrativa concisa e rápida, muitas vezes marcada pelo advérbio grego 'euthys' ('imediatamente'). O livro pode ser dividido em duas grandes seções: a primeira (capítulos 1-8), focada no ministério de Jesus na Galileia, onde Ele demonstra seu poder e autoridade sobre doenças, demônios e a natureza, e a segunda (capítulos 8-16), que narra a jornada de Jesus para Jerusalém, sua paixão, morte e ressurreição, revelando-o como o Servo sofredor. Os temas dominantes incluem a identidade de Jesus como o Messias e Filho de Deus, o mistério do Reino de Deus, o discipulado (com seus custos e exigências), a autoridade de Jesus (sobre o pecado, a enfermidade, os demônios e até a morte), a necessidade do sofrimento para o Messias e seus seguidores, e a centralidade da cruz e da ressurreição como ápice da obra redentora de Cristo. O Evangelho também explora a fé e a incompreensão, mesmo por parte dos discípulos.


Interpretação e Aplicação

Sob a perspectiva pentecostal clássica da Congregação Cristã no Brasil, o Evangelho de Marcos é uma poderosa revelação da autoridade e do poder de Jesus Cristo, o Filho de Deus. A ênfase na ação e nos milagres de Jesus ressoa profundamente com a crença na atualidade dos dons e da operação do Espírito Santo. Vemos em Marcos a manifestação do poder de Deus que cura, liberta e transforma, um poder que continua atuante na Igreja hoje. A interpretação enfoca a literalidade dos milagres de Jesus como demonstrações irrefutáveis de Sua divindade e soberania. A centralidade de Cristo como o Servo que se entregou em sacrifício é um chamado à santificação e ao serviço abnegado. A prontidão de Jesus para obedecer à vontade do Pai, mesmo até a morte de cruz, serve como modelo supremo para o crente, que deve estar disposto a tomar a sua cruz e seguir o Mestre, renunciando ao eu e vivendo em submissão ao Senhorio de Cristo. A urgência do Evangelho em Marcos inspira a evangelização e a proclamação da Palavra de Deus com denodo. A necessidade de perseverança na fé, mesmo em face de perseguições e incompreensões, é um ensinamento prático para a vida cristã, que deve ser vivida com vigilância e oração, aguardando a vinda do Senhor.


Autorias, datas e destinatários

A tradição e a evidência interna apontam para João Marcos, companheiro de Pedro, Barnabé e Paulo, como o autor deste Evangelho. Papias, um Pai da Igreja do século II, testificou que Marcos foi o intérprete de Pedro e escreveu cuidadosamente tudo o que Pedro ensinou sobre as palavras e ações de Cristo. A data de sua composição é geralmente aceita como sendo entre 50 e 60 d.C., tornando-o possivelmente o primeiro Evangelho a ser escrito. Seus destinatários originais eram primariamente gentios, provavelmente cristãos em Roma, o que é sugerido pela explicação de costumes judaicos, pela tradução de termos aramaicos e pelo uso de latinismos ao longo do texto. Este público necessitava de uma apresentação clara e poderosa de Jesus como o Messias e Filho de Deus, mas também como o Servo sofredor.


Curiosidades

1. O Evangelho de Marcos é o mais curto dos quatro evangelhos canônicos, com apenas 16 capítulos. 2. A palavra grega 'euthys', traduzida como 'imediatamente' ou 'logo', aparece cerca de 40 vezes no Evangelho de Marcos, contribuindo para sua narrativa dinâmica e acelerada. 3. É o único Evangelho que relata um jovem que foge nu na noite da prisão de Jesus (Marcos 14:51-52), um detalhe que alguns comentaristas sugerem ser uma possível referência ao próprio Marcos. 4. Marcos utiliza vários latinismos, como 'centurion' (centurião), 'legio' (legião), 'praetorium' (pretório) e 'speculator' (guarda), o que reforça a ideia de que seu público original era predominantemente romano. 5. Muitos estudiosos do Novo Testamento consideram Marcos o primeiro dos Evangelhos a ser escrito, servindo como uma das principais fontes para Mateus e Lucas.




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