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Novo Testamento


Não se compadeceu de ti olho algum, para te fazer alguma destas coisas, compadecido de ti; antes foste lançada em pleno campo, pelo nojo da tua alma, no dia em que tu nasceste.
Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?

|Ezequiel 16:5|

|Atos 2:8|

E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais achada.

|Neemias 3:33|

|Apocalipse 18:21|

O Senhor vosso Deus que vai adiante de vós, ele por vós pelejará, conforme a tudo o que fez convosco, diante de vossos olhos, no Egito;
Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro.

|Deuteronômio 1:30|

|Mateus 22:19|






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João


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  • Índice / Títulos
  • Estudo do Livro

1.1 -

O verbo se fez carne

1.15 -

O testemunho de João Batista (Mt. 3. 1-12 e refs. ).

1.35 -

Os primeiros apóstolos de Jesus.

2.1 -

As bodas em Caná: a água feita vinho

2.13 -

Jesus purifica o templo (Mat. 21. 12,etc,e refs. ).

3.1 -

Jesus instrui Nicodemos acerca do novo nascimento

3.22 -

Outro testemunho de João Batista.

4.1 -

A mulher de Samaria

4.31 -

A ceifa e os ceifeiros.

4.43 -

Cura do filho dum régulo.

5.1 -

Cura dum paralítico de Betesda

5.16 -

Jesus declara-se Filho de Deus e igual ao Pai.

6.1 -

A multiplicação dos pães (Mat.14.15-21 e refs.)

6.16 -

Jesus anda sobre o mar (Mat. 14. 23-34 e refs. ).

6.22 -

Jesus é o pão da vida para os que crêem.

6.60 -

Jesus é abandonado por muitos discípulos: A confissão de Pedro.

7.1 -

A incredulidade dos irmãos de Jesus

7.10 -

Jesus ensina no templo na festa dos tebernáculos. Dissensão entre os judeus acerca da sua pessoa. Os fariseus mandam prendê-lo.

8.1 -

A mulher adúltera

8.12 -

Discurso de Jesus sobre a sua missão.

9.1 -

Cura dum cego de nascença

10.1 -

Jesus, o bom pastor

10.22 -

A festa da dedicação. Jesus, interrogado pelos judeus, declara-se o Messias, Filho de Deus. Desejam apedrejá-lo, e ele retira-se para além do Jordão.

11.1 -

A ressurreição de Lázaro

11.46 -

Os fariseus formam conselho para matarem Jesus.

12.1 -

Maria unge com unguento os pés de Jesus (Mat.26.6,etc.e refs.)

12.12 -

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (Mat. 21. 1,etc. E refs. ).

12.20 -

Alguns gregos desejam ver a Jesus. Jesus fala da sua glorificação, ouve-se uma voz do céu. Jesus, a luz do mundo.

13.1 -

Jesus lava os pés aos discípulos

13.21 -

Jesus prediz que Judas o há de trair (Mat. 26. 21;Mar. 14. 18. ).

13.31 -

As últimas instruções de Jesus aos discípulos. A razão da sua saída do mundo. A promessa do Consolador.

14.1 -

...

15.1 -

Continuação das últimas instruções aos discípulos. união íntima entre Jesus e os crentes

16.1 -

Continuação das últimas instruções aos discípulos - Jesus repete a promessa do Consolador e da sua própria volta

17.1 -

Oração de Jesus pelos seus discípulos

18.1 -

Jesus preso em Getsêmani (Mat.26.36-56 e refs.)

18.12 -

Jesus perante o sinédrio. Pedro nega-o (Mat. 26. 57-75 e refs. ).

18.28 -

Jesus perante Pilatos (Mat. 27. 1,2,31 e refs. ).

19.1 -

...

19.17 -

A crucificação

19.38 -

A sepultura de Jesus (Mat. 27. 57,etc. E refs. ).

20.1 -

A ressurreição (Mat.28.1-10 e refs.)

20.11 -

Jesus aparece e Maria Madalena.

20.19 -

Jesus aparece aos onze. A incredulidade de Tomé (Luc. 24. 33-43 e refs. ).

21.1 -

Jesus aparece a alguns dos discípulos junto do mar de Tiberíades
Preparando estudo

Introdução
O Evangelho de João, o quarto livro do Novo Testamento, se destaca dos Evangelhos Sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) por sua profundidade teológica e sua apresentação única de Jesus Cristo. Sua mensagem central é que Jesus é o Filho de Deus, o Verbo eterno encarnado, e que a fé Nele é o caminho para a vida eterna. O propósito principal de João é levar seus leitores a crerem que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que, crendo, tenham vida em Seu nome (João 20:31). Ele serve como um complemento vital aos Sinóticos, oferecendo uma perspectiva mais íntima e explícita sobre a divindade de Cristo e o significado espiritual de Sua obra, enriquecendo o conjunto das Escrituras com discursos profundos e sinais milagrosos que revelam a glória de Deus.

Contexto histórico e cultural
O Evangelho de João foi escrito num período de grande transição para a igreja primitiva. A comunidade cristã já se havia expandido consideravelmente no Império Romano, mas também enfrentava perseguições (como a do imperador Domiciano) e o surgimento de falsas doutrinas. No contexto judaico, a destruição do Templo de Jerusalém em 70 d.C. havia redefinido o judaísmo, e a crescente exclusão de cristãos das sinagogas era uma realidade. Este Evangelho reflete essa tensão, frequentemente distinguindo 'os judeus' como os líderes que se opunham a Jesus. Culturalmente, a influência helenística era dominante, e termos como 'Logos' (Verbo) podem ter sido utilizados por João para se comunicar com um público mais amplo, redefinindo conceitos filosóficos em termos cristológicos para apresentar Jesus como a suprema revelação de Deus, a 'Luz verdadeira' num mundo que buscava sentido e conhecimento.

Estrutura e Temas
O Evangelho de João pode ser estruturado de forma distintiva: um Prólogo (João 1:1-18) que apresenta Jesus como o Verbo eterno encarnado; o 'Livro dos Sinais' (João 1:19-12:50), onde sete milagres públicos ('sinais') são selecionados para demonstrar a identidade divina de Jesus e o propósito de Sua vinda, provocando fé ou incredulidade; o 'Livro da Glória' ou 'Paixão' (João 13:1-20:31), que detalha os ensinamentos particulares de Jesus aos Seus discípulos (discursos de despedida), Sua paixão, morte e ressurreição; e um Epílogo (João 21), que relata uma aparição pós-ressurreição e a restauração de Pedro. Os temas dominantes incluem a **divindade de Cristo** (Jesus como Deus manifestado em carne, os 'Eu Sou' divinos), a **vida eterna** concedida pela fé Nele, o contraste entre **luz e trevas**, a **verdade** (Jesus como a Verdade encarnada), o **amor divino** e o **amor fraternal**, o papel do **Espírito Santo** como Consolador e Guia, o **testemunho** (de João Batista, das obras de Jesus, das Escrituras, do Espírito e dos discípulos) e a importância da **fé** como resposta essencial à revelação de Jesus.

Interpretação e Aplicação
Sob a perspectiva pentecostal clássica da Congregação Cristã no Brasil, o Evangelho de João é um pilar para a compreensão da divindade plena de Jesus Cristo, o fundamento de nossa fé. Ele enfatiza que Jesus é o único caminho para Deus, a fonte da vida eterna que se obtém pela fé sincera e arrependimento. A doutrina do Espírito Santo, o Paráclito, revelada nos discursos de despedida (João 14-16), é de suma importância, afirmando Sua atuação contínua na Igreja como Consolador, Mestre, Guia e Capacitador para o testemunho. Essa compreensão valida a atualidade dos dons espirituais e a necessidade de uma vida cheia do Espírito. A vida de santificação é ensinada através da permanência em Cristo (João 15), da obediência aos Seus mandamentos e do amor mútuo, que são frutos de uma fé genuína. A oração intercessória de Jesus (João 17) inspira uma vida de comunhão profunda com Deus e promove a unidade entre os fiéis. O livro também nos convoca a sermos testemunhas de Jesus, levando a mensagem da salvação e da vida abundante ao mundo, confiando na glória e no poder do Filho de Deus manifestados em sinais e maravilhas, que continuam a operar através do Espírito Santo na Igreja hoje.

Autorias, datas e destinatários
A autoria do Evangelho é tradicionalmente atribuída a João, o apóstolo, filho de Zebedeu e irmão de Tiago, conhecido como 'o discípulo a quem Jesus amava'. Esta é a posição mais aceita e reverenciada pela Igreja, refletindo o testemunho interno e a tradição cristã. A data de sua composição é geralmente situada entre 85-95 d.C., tornando-o um dos últimos livros do Novo Testamento a ser escrito. Os destinatários originais eram provavelmente uma comunidade de cristãos, possivelmente na Ásia Menor (Éfeso), que necessitavam de um aprofundamento na compreensão da pessoa de Jesus, talvez enfrentando desafios de filosofias incipientes que questionavam a divindade ou a humanidade de Cristo, ou a crescente separação entre o cristianismo e o judaísmo.

Curiosidades
O Evangelho de João não contém parábolas, mas apresenta longos discursos de Jesus e as famosas sete declarações 'Eu Sou' (e.g., 'Eu Sou o pão da vida', 'Eu Sou a luz do mundo').
A palavra 'crer' (ou 'acreditar') aparece cerca de 98 vezes em João, enfatizando o tema central da fé.
João registra sete milagres ('sinais') específicos para revelar a divindade de Jesus, culminando na ressurreição de Lázaro.
É o único Evangelho que não narra a instituição da Ceia do Senhor, mas, em vez disso, destaca o lava-pés dos discípulos e o 'novo mandamento' do amor.
O uso do termo 'Logos' (Verbo) no Prólogo de João 1:1-18 é único e profundo, ligando a revelação de Deus em Jesus a uma linguagem com ressonâncias tanto judaicas quanto helenísticas.

Atenção! Este estudo está em fase de testes, e foi gerado através de uma análise profunda e cautelosa da doutrina e ensinamentos da CCB com auxílio de nossa inteligência artificial. Em caso de dúvidas nos envie um email e caso necessário confira as informações!




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