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Mas a cabeça da Síria será Damasco, e o cabeça de Damasco Rezim: e dentro de sessenta e cinco anos Efraim será quebrantado, e deixará de ser povo.
E, ajuntando-se a multidão, começou a dizer: Maligna é esta geração; ela pede um sinal; e não lhe será dado outro sinal, senão o sinal do profeta Jonas;

|Isaías 7:8|

|Lucas 11:29|

Eu porém aconselho que com toda a pressa se ajunte a ti todo o Israel desde Dã até Berseba, em multidão como a areia do mar: e que tu em pessoa vás à peleja.
E, ajuntando-se uma grande multidão, e vindo de todas as cidades ter com ele, disse por parábolas:

|2 Samuel 17:11|

|Lucas 8:4|

Que diz: edificarei para mim uma casa espaçosa, e aposentos largos: e lhe abre janelas, e está forrada de cedro, e pintada de vermelhão.
Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que te não poupe a ti também.

|Jeremias 22:14|

|Romanos 11:21|






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Êxodo


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  • Índice / Títulos
  • Estudo do Livro

1.1 -

Os descendentes de Jacó no Egito

1.15 -

As parteiras poupam a vida aos recém-nascidos.

2.1 -

O nascimento de Moisés

2.11 -

Moisés mata um egípcio e foge para Midiã.

2.23 -

A morte do rei do Egito.

3.1 -

Deus fala com Moisés do meio da sarça ardente

4.1 -

A vara de Moisés torna-se em cobra

4.18 -

Moisés volta para o Egito.

5.1 -

Moisés e Aarão falam a Faraó

5.6 -

Faraó aflige os israelitas.

5.20 -

Os israelitas queixam-se de Moisés e Aarão.

6.1 -

...

6.2 -

Deus promete livrar os israelitas.

6.14 -

Genealogias de Rúben, Simeão e Levi.

6.28 -

Deus anima Moisés a falar outra vez a Faraó.

7.1 -

...

7.14 -

O coração de Faraó mostra-se endurecido.

7.19 -

A primeira praga: as águas tornam-se em sangue.

8.1 -

A praga das rãs

8.16 -

A praga dos piolhos.

8.20 -

A praga das moscas.

9.1 -

A praga da peste nos animais

9.13 -

As ameaças de Deus.

9.22 -

A praga da saraiva.

10.1 -

Deus ameaça Faraó com a praga dos gafanhotos

10.12 -

A praga dos gafanhotos.

10.21 -

A praga das trevas.

11.1 -

Deus anuncia a Moisés a morte de todos os primogênitos

12.1 -

A instituição da primeira páscoa

12.29 -

A morte dos primogênitos.

12.37 -

A saída dos israelitas do Egito.

13.1 -

Os primogênitos são santificados a Deus

13.17 -

Deus guia o povo pelo caminho.

14.1 -

Deus anuncia a ruína dos egípcios

14.15 -

A passagem pelo meio do mar.

14.27 -

Os egípcios perecem no mar.

15.1 -

O cântico de Moisés

15.20 -

A dança de Miriã e das mulheres.

15.23 -

As águas amargas tornam-se doces.

16.1 -

Deus manda o maná

16.11 -

Deus manda carne.

17.1 -

A jornada pelo deserto de Sim e a falta de água

17.8 -

Amaleque peleja contra os israelitas.

18.1 -

O sogro de Moisés traz-lhe sua mulher e seus filhos

19.1 -

Deus fala com Moisés no monte Sinai

20.1 -

Os dez mandamentos

21.1 -

As leis acerca dos servos e dos homicidas

21.17 -

As leis acerca dos que amaldiçoam os pais ou ferem qualquer pessoa.

22.1 -

As leis acerca da propriedade

22.16 -

As leis acerca da imoralidade e idolatria.

23.1 -

O testemunho falso e a injustiça

23.10 -

O ano de descanso e o sábado

23.14 -

As três festas

23.20 -

Deus promete enviar um anjo

24.1 -

Deus manda Moisés e os anciãos subir ao monte

25.1 -

Deus manda o povo trazer ofertas para o tabernáculo

25.10 -

A arca de madeira de cetim.

25.17 -

O propiciatório de ouro puro.

25.23 -

A mesa de madeira de cetim.

26.1 -

As cortinas do tabernáculo

26.15 -

As tábuas do tabernáculo.

26.31 -

O véu do tabernáculo.

27.1 -

O altar dos holocaustos

27.9 -

O pátio do tabernáculo.

27.20 -

O azeite puro

28.1 -

Deus escolhe Aarão e seus filhos para sacerdotes

28.4 -

As vestes sacerdotais.

28.30 -

Urim e Tumim.

28.36 -

A lâmina de ouro puro.

29.1 -

O sacrifício e as cerimônias da consagração

30.1 -

O altar do incenso

30.11 -

O resgate da alma.

30.17 -

A pia de cobre.

30.22 -

O azeite da santa unção.

30.34 -

O incenso santo.

31.1 -

Os artífices da obra do tabernáculo

31.12 -

O sábado santo e as duas tábuas do testemunho.

32.1 -

O bezerro de ouro

32.19 -

Moisés quebra as tábuas do testemunho.

32.25 -

Moisés manda matar os idólatras.

32.30 -

Moisés intercede pelo povo.

33.1 -

Deus não irá no meio do povo mas enviará um anjo

33.12 -

Moisés roga a Deus a sua presença.

33.18 -

Moisés roga a Deus que lhe mostre a sua glória.

34.1 -

As novas tábuas dos dez mandamentos

34.10 -

Deus faz um pacto.

34.29 -

O rosto de Moisés resplandece.

35.1 -

O sábado e as ofertas para o tabernáculo

35.20 -

A prontidão do povo em trazer ofertas.

35.30 -

Deus chama Bezaleel e Aoliabe.

36.1 -

...

36.2 -

Moisés entrega aos obreiros as ofertas do povo.

36.19 -

A coberta de peles e as tábuas.

36.35 -

Os véus e as colunas.

37.1 -

A arca

37.6 -

O propiciatório.

37.10 -

A mesa.

37.17 -

O castiçal.

38.1 -

O altar do holocausto

38.9 -

O pátio.

38.21 -

A enumeração das coisas do tabernáculo.

39.1 -

As vestes dos sacerdotes

39.33 -

O tabernáculo é entregue a Moisés.

40.1 -

Deus manda Moisés levantar o tabernáculo

40.17 -

O tabernáculo é levantado.

40.34 -

A nuvem cobre o tabernáculo.
Preparando estudo

Introdução
O livro de Êxodo, o segundo do Pentateuco, narra a poderosa intervenção divina para libertar o povo de Israel da escravidão no Egito, sua formação como nação sob a aliança com Deus no Monte Sinai e o estabelecimento do sistema de adoração centrado no Tabernáculo. Sua mensagem central é a redenção soberana de Deus sobre Seu povo, a revelação de Sua Lei e o desejo de habitar entre eles, servindo como um testemunho fundamental da fidelidade divina e da base da relação pactual entre Deus e Israel. No conjunto das Escrituras, Êxodo estabelece o precedente para a redenção, prefigurando a libertação do pecado por meio de Cristo e a busca por uma vida de santidade e adoração.

Contexto histórico e cultural
O contexto histórico e cultural do Êxodo é marcado pela opressão de Israel no Egito, uma nação politeísta com um faraó deificado e uma estrutura social rígida. Israel, outrora bem-vindo por causa de José, tornou-se um povo escravizado por séculos, submetido a trabalhos forçados e infanticídio. Este cenário de desespero é o pano de fundo para a manifestação do poder de Deus. A libertação não foi apenas política, mas uma demonstração da supremacia do Deus de Israel sobre os deuses egípcios e o próprio faraó, culminando nas dez pragas e na Páscoa. A saída do Egito os lançou em um deserto inóspito, exigindo total dependência de Deus. No Monte Sinai, eles receberam uma aliança, Leis e instruções detalhadas para o Tabernáculo, que estabeleceram as bases para sua organização social, religiosa e moral como nação teocrática, contrastando fortemente com as práticas culturais das nações vizinhas idólatras.

Estrutura e Temas
O livro de Êxodo possui uma estrutura clara dividida em duas grandes seções. A primeira (capítulos 1-18) narra a libertação de Israel da escravidão egípcia, incluindo o chamado de Moisés, as pragas, a instituição da Páscoa e a saída dramática do Egito, culminando na travessia do Mar Vermelho e nas primeiras providências divinas no deserto. A segunda seção (capítulos 19-40) enfoca a aliança de Deus com Israel no Monte Sinai, a revelação dos Dez Mandamentos e de outras leis civis e cerimoniais, bem como as instruções detalhadas para a construção do Tabernáculo e a instituição do sacerdócio araônico. Os temas dominantes incluem a soberania e fidelidade de Deus (Êxodo 6:6-8), a redenção do Seu povo (Êxodo 15:13), a santidade divina (Êxodo 19:6, 29:44), a importância da obediência à Sua Palavra (Êxodo 24:7) e a manifestação da Sua presença entre os homens através do Tabernáculo (Êxodo 25:8).

Interpretação e Aplicação
Sob a perspectiva pentecostal clássica da Congregação Cristã no Brasil, Êxodo é um poderoso testemunho da ação redentora de Deus e um fundamento para a fé e prática cristã. A libertação de Israel do Egito é uma clara prefiguração da salvação espiritual da escravidão do pecado que se opera por meio de Jesus Cristo, nosso Cordeiro Pascal (1 Coríntios 5:7). A travessia do Mar Vermelho simboliza o batismo, um novo começo em vida com Deus. A jornada no deserto representa a caminhada de fé do crente, marcada por provações, mas também pela provisão sobrenatural e direção divina (a nuvem e a coluna de fogo). A revelação da Lei no Sinai ressalta a santidade de Deus e a necessidade de obediência para uma vida que Lhe agrada, ensinando que a verdadeira liberdade está em viver sob os preceitos divinos. O Tabernáculo é interpretado como um tipo de Cristo, que é o Caminho, a Verdade e a Vida, o lugar onde Deus se encontra com o homem (João 14:6), e também da igreja, templo do Espírito Santo. A ordem divina para a construção detalhada do Tabernáculo sublinha a importância de adorar a Deus com reverência, ordem e conforme a Sua vontade. Os milagres e prodígios demonstram a atualidade do poder de Deus, que opera maravilhas e provê para Seu povo. A eleição de Israel e a instituição da aliança reforçam a ideia de que Deus tem um povo separado para Si, chamado à santificação e ao testemunho, vivendo uma vida de gratidão e consagração.

Autorias, datas e destinatários
A autoria do livro de Êxodo é tradicionalmente atribuída a Moisés, conforme a evidência interna e o testemunho consistente de toda a Bíblia. Moisés teria compilado e escrito os relatos durante a peregrinação de Israel no deserto, após o Êxodo. A datação do Êxodo, e consequentemente da redação do livro, geralmente se situa em dois períodos principais: o século XV a.C. (cerca de 1446 a.C.) ou o século XIII a.C. (cerca de 1290 a.C.), sendo o primeiro o mais alinhado com a cronologia bíblica. Os destinatários originais foram os próprios israelitas, a fim de que compreendessem sua história de libertação, a origem de sua Lei e sua identidade como povo peculiar de Deus.

Curiosidades
1. O nome "Eu Sou o Que Sou" (YHWH) é revelado a Moisés em Êxodo 3:14, tornando-se o nome pessoal e pactual de Deus com Israel, indicando Sua autoexistência e fidelidade.
2. O livro de Êxodo é notável por dedicar aproximadamente 13 capítulos (25-31 e 35-40) apenas às instruções e à execução da construção do Tabernáculo, o que demonstra a extrema importância que Deus atribui à Sua habitação e ao culto.
3. O termo "Páscoa" (Pessach, em hebraico) significa "passagem" e é instituída em Êxodo 12 como uma ordenança perpétua que comemora a libertação de Israel da morte e da escravidão no Egito.
4. Êxodo 12:40 afirma que os filhos de Israel habitaram no Egito por 430 anos, uma longa preparação para o surgimento de uma nação.
5. As dez pragas enviadas ao Egito não foram apenas demonstrações de poder, mas desafios diretos aos deuses egípcios, evidenciando a supremacia do único Deus verdadeiro sobre todo o panteão pagão.

Atenção! Este estudo está em fase de testes, e foi gerado através de uma análise profunda e cautelosa da doutrina e ensinamentos da CCB com auxílio de nossa inteligência artificial. Em caso de dúvidas nos envie um email e caso necessário confira as informações!




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Estudos de Hoje


Jeremias, capítulo 12
Jeremias 12 registra o diálogo íntimo e angustiado do profeta com Deus sobre a prosperidade dos ímpios e a traição de seus próprios parentes em Anatote. O capítulo transita da queixa pessoal de Jeremias para a resposta severa de Deus, que revela que o julgamento sobre Judá será total, embora prometa restauração futura aos vizinhos que se converterem ao Senhor.

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O capítulo 23 de Lucas narra o julgamento, a condenação, a crucificação, a morte e o sepultamento de Jesus Cristo. É o clímax da missão redentora do Filho de Deus, destacando sua submissão absoluta à vontade do Pai para remissão dos pecados da humanidade.

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