"Ordenando-lhes que guardassem o dia catorze do mês de adar e o dia quinze do mesmo todos os anos"
Textus Receptus
"para estabelecer isto entre eles, para que pudessem celebrar o décimo quarto dia do mês de adar, e no décimo quinto dia do mesmo, anualmente, "
44%
Dicionário
Sem referências para este versículo
Palavra
Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
Pesquisar
Preparando estudo
Texto Central
O versículo descreve a ordenança de Mordecai para que os judeus guardassem anualmente o dia catorze e o dia quinze do mês de adar como dias de celebração.
Explicação Histórica
A expressão 'Ordenando-lhes' indica uma diretriz formal de Mordecai, uma figura de autoridade e liderança reconhecida entre os judeus. O 'mês de adar' corresponde ao duodécimo mês do calendário judaico. A especificação dos 'dias catorze e quinze' estabelece as datas exatas da festa, que eram os dias em que os judeus descansaram da batalha após a vitória e se dedicaram à alegria e ao banquete.
Interpretação Doutrinária
Este evento ilustra a soberania e providência de Deus, que, mesmo não sendo explicitamente mencionado no livro de Ester, opera nos bastidores para proteger Seu povo e reverter situações adversas. A instituição de Purim demonstra a importância da memória das grandes obras de Deus, um princípio que ressoa na fé pentecostal sobre a contínua fidelidade de Deus para com Seus servos. A ordenança anual reforça a gratidão e a celebração da libertação divina.
Aplicação Prática
O cristão deve cultivar a gratidão e a memória das intervenções divinas em sua vida, reconhecendo a fidelidade de Deus em prover livramento e sustento. Celebrar as vitórias espirituais e as respostas de oração fortalece a fé e a confiança na providência de Deus em todas as circunstâncias.
Precauções de Leitura
É crucial não interpretar este versículo como uma imposição para os cristãos guardarem festas do Antigo Testamento como Purim. As festas judaicas, incluindo esta, encontram seu cumprimento em Cristo e na nova aliança. O foco deve ser nos princípios teológicos subjacentes de gratidão, providência divina e memória das ações de Deus, e não na observância ritualística.