Os repatriados do cativeiro babilônico celebraram a Páscoa na data prescrita após o retorno à Jerusalém.
Explicação Histórica
O texto original em hebraico usa o termo 'Pesach' (Páscoa), que se refere à celebração anual instituída por Deus em Êxodo 12, comemorando a libertação da escravidão no Egito. 'Primeiro mês' refere-se ao mês de Abibe (posteriormente Nissan), o mês da primavera, conforme o calendário religioso judaico. A frase 'celebraram a Páscoa' indica a retomada desta ordenança divina após um longo período de afastamento, devido ao exílio.
Interpretação Doutrinária
A celebração da Páscoa pelos exilados que retornaram simboliza a fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas de restauração e o restabelecimento de Seu povo na terra prometida. Para a teologia pentecostal/CCB, a Páscoa é um tipo da obra redentora de Cristo, o Cordeiro pascal, que nos liberta do cativeiro do pecado. A obediência em celebrar a festa na data correta ressalta a importância da observância das ordenanças divinas e a restauração da verdadeira adoração.
Aplicação Prática
Os crentes devem buscar a restauração e a manutenção da verdadeira adoração a Deus em suas vidas e na comunidade da igreja, celebrando a salvação em Cristo, nosso Cordeiro Pascal. É fundamental a obediência às leis e ordenanças divinas, que nos guiam em santidade e comunhão com Deus.
Precauções de Leitura
Não isolar este evento como uma mera celebração histórica; o foco deve ser a restauração da adoração e a tipologia de Cristo. Evitar a legalização da celebração pascal como um requisito de salvação, mas sim como um ato de gratidão e obediência à luz da obra redentora.