"E tomarei o resto de Judá que pôs o seu rosto para entrar na terra do Egito a fim de lá peregrinar e ele será todo consumido na terra do Egito cairá à espada e de fome morrerá consumir-se-ão desde o menor até ao maior à espada e à fome morrerão e serão uma execração e um espanto e uma maldição e um opróbrio"
Textus Receptus
"E, eu tomarei o remanescente de Judá, que têm incitado suas faces para adentrar a terra do Egito para ali peregrinar, e serão todos consumidos, e cairão na terra do Egito. Eles serão consumidos pela espada e pela fome. Eles morrerão, desde o menor até o maior, pela espada e pela fome. E eles serão uma abominação, e um assombro, e uma maldição, e uma vergonha."
O versículo anuncia o juízo divino irrevogável sobre o remanescente rebelde de Judá que, desobedecendo a Deus, buscou refúgio no Egito.
Explicação Histórica
A expressão 'pôs o seu rosto' denota uma determinação obstinada e intencional em pecar. Termos como 'espada' e 'fome' são agentes do juízo decretado, enquanto 'execração', 'espanto' e 'maldição' descrevem o estado de desolação e vergonha que recairia sobre os rebeldes como testemunho contra sua infidelidade.
Interpretação Doutrinária
Este versículo ilustra a soberania de Deus e a seriedade da desobediência, reafirmando a doutrina de que não há refúgio seguro fora da vontade de Deus. A punição rigorosa sobre o remanescente evidencia que Deus não tolera a impenitência nem a confiança em alianças humanas em detrimento da dependência exclusiva do Senhor.
Aplicação Prática
O fiel deve cultivar a obediência submissa à Palavra de Deus, evitando seguir os próprios desejos ou conselhos contrários à fé, compreendendo que a verdadeira segurança e salvação encontram-se apenas no centro da vontade divina.
Precauções de Leitura
Deve-se evitar ler este versículo como uma condenação arbitrária, ignorando que o juízo é consequência direta de uma rejeição deliberada e repetida do arrependimento pregado pelo profeta.