"E a cegonha e a garça segundo a sua espécie e a poupa e o morcego"
Textus Receptus
"e a cegonha, e a garça segundo a sua espécie, e a poupa, e o morcego. "
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Texto Central
Este versículo lista animais considerados impuros pela lei mosaica, sem fornecer uma razão explícita para a sua classificação.
Explicação Histórica
O versículo lista quatro animais: 'cegonha' (da.kâ'), 'garça' (qâs), 'poupa' (tôh) e 'morcego' (átallêph). A Septuaginta (grego) e a Vulgata (latim) traduzem esses termos de forma similar, indicando a consistência na identificação desses animais como impuros. A classificação como 'segundo a sua espécie' ('e seu tipo') reforça que a impureza se estende a todas as variedades desses animais.
Interpretação Doutrinária
A lista de animais impuros em Deuteronômio, incluindo os mencionados neste versículo, ilustra a necessidade de distinção e santidade para o povo de Deus, um princípio teológico central no Antigo Testamento. Embora as leis dietéticas cerimoniais não sejam mais observadas pelos cristãos (Atos 10:9-16), o princípio subjacente de que Deus estabelece padrões para a Sua adoração e para a vida do Seu povo permanece. A impureza apontava para a necessidade de redenção e purificação, fulfilled em Cristo.
Aplicação Prática
Embora não devamos mais seguir essas leis dietéticas específicas, o princípio de discernimento e santidade em todas as áreas da vida é para nós. Devemos nos abster de tudo que desagrada a Deus e nos purificar de toda a imundícia da carne e do espírito, buscando a santificação completa (2 Coríntios 7:1).
Precauções de Leitura
É um erro interpretar esta lista como uma base para a zoologia bíblica ou tentar encontrar razões científicas para a impureza de cada animal. A intenção primária era estabelecer uma diferenciação ritual e moral para Israel, não fornecer um tratado biológico. A aplicação direta das leis de impureza alimentar aos cristãos é um equívoco.