"E o abutre e a pega e o milhano segundo a sua espécie"
Textus Receptus
"e o abutre, o falcão, e o milhafre, segundo a sua espécie, "
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Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
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Texto Central
O versículo lista o abutre, a pega e o milhano como aves impuras, seguindo a regra estabelecida anteriormente de classificação de animais segundo a sua espécie.
Explicação Histórica
O texto lista aves específicas (traduzidas como 'abutre', 'pega' e 'milhano' em algumas versões) que são declaradas impuras. A frase 'segundo a sua espécie' reforça que a classificação não é arbitrária, mas baseada em categorias divinamente estabelecidas, implicando características inerentes a cada tipo de ave.
Interpretação Doutrinária
Esta passagem reflete a santidade de Deus e Seu desejo de separar Seu povo para Si. A distinção entre o puro e o impuro, aplicada aqui às aves, é um princípio teológico que se estende a todas as áreas da vida do crente, ensinando que devemos nos abster de práticas e influências que não glorificam a Deus. O Novo Testamento, embora libere as restrições alimentares cerimoniais (Atos 10:15), mantém o princípio da santificação e da separação do mundo (2 Coríntios 6:17).
Aplicação Prática
Assim como Israel era instruído a se abster de comer certos animais, os crentes hoje são chamados a se abster de tudo que é espiritualmente impuro ou que nos afasta da santidade. Devemos discernir o que é aceitável diante de Deus e evitar aquilo que contamina o corpo e o espírito, buscando uma vida separada para a glória de Deus.
Precauções de Leitura
É um erro interpretar estas leis alimentares como tendo a mesma obrigação literal para os cristãos hoje, pois foram dadas sob a Antiga Aliança e cumpridas em Cristo. O princípio subjacente de santidade e separação do mundo, no entanto, permanece relevante.