"Então disse-lhes Israel seu pai Pois que assim é fazei isso tomai do mais precioso desta terra em vossos vasos e levai ao varão um presente um pouco de bálsamo e um pouco de mel especiarias e mirra terebinto e amêndoas"
Textus Receptus
"E o seu pai, Israel, disse-lhes: Se precisa ser assim agora, fazei-o: tomai os melhores frutos da terra em vossos vasos, e levai um presente ao homem, um pouco de bálsamo, um pouco de mel, especiarias e mirra, nozes e amêndoas."
Diante da fome severa, Israel instrui seus filhos a levarem presentes selecionados aos governantes do Egito como um gesto de cortesia e estratégia para obter provisões.
Explicação Histórica
O termo hebraico para presente (minchah) refere-se a uma oferenda de conciliação ou tributo a uma autoridade. A lista de produtos (bálsamo, mel, mirra, terebinto e amêndoas) representa o que havia de mais selecto na terra de Canaã, demonstrando a sabedoria de Jacó em oferecer bens de alto valor como sinal de paz.
Interpretação Doutrinária
Embora seja um relato histórico de providência terrena, reflete o princípio doutrinário da necessidade de prudência e sujeição às autoridades constituídas, reconhecendo Deus como o provedor supremo que guia os passos do homem para o cumprimento da Sua promessa de preservação da linhagem santa.
Aplicação Prática
O cristão deve agir com sabedoria, cortesia e diligência em suas necessidades materiais, confiando que, mesmo nos momentos de escassez e incerteza, o Senhor provê os meios e a estratégia necessária para a nossa sustentação.
Precauções de Leitura
Deve-se evitar ler este versículo como uma justificativa para o uso de suborno. O presente em questão era uma oferta de cortesia comum na etiqueta antiga para buscar favor, e não uma tentativa de corromper a justiça.