"Mediu mais a largura da entrada da porta que era de dez côvados e o comprimento da porta treze côvados"
Textus Receptus
"E ele mediu a largura da entrada do portão, dez côvados; e o comprimento do portão, treze côvados."
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Palavra
Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
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Texto Central
O profeta Ezequiel descreve as dimensões específicas de uma entrada de porta em uma visão de um templo futuro, detalhando sua largura e comprimento em côvados.
Explicação Histórica
O 'côvado' (hebraico: 'amah') era uma antiga unidade de medida baseada no comprimento do antebraço, aproximadamente 45-52 cm. A 'largura da entrada da porta' refere-se à medida transversal da abertura principal, enquanto o 'comprimento da porta' (hebraico: 'orekh') pode se referir à profundidade da estrutura da porta ou a uma medida ao longo dela, não a altura. As medidas de dez côvados de largura e treze de comprimento são precisas e simbólicas.
Interpretação Doutrinária
As medidas detalhadas e ordenadas do templo na visão de Ezequiel apontam para a santidade e a perfeição de Deus e de Sua casa. A precisão nas medidas reforça a ideia de que tudo em relação a Deus deve ser feito com ordem e reverência, refletindo Sua natureza. Para a CCB, isso se alinha à importância dada à ordem nos cultos e na construção de templos, vistos como lugares sagrados e representações da presença divina.
Aplicação Prática
Devemos abordar a casa de Deus e os assuntos espirituais com reverência e ordem, reconhecendo a santidade de Deus. Assim como cada medida era importante na visão de Ezequiel, cada aspecto de nossa adoração e serviço a Deus deve ser feito com diligência e respeito.
Precauções de Leitura
Não se deve tentar aplicar as medidas exatas do templo de Ezequiel de forma literal ao templo físico da CCB ou a qualquer outra estrutura. A visão é primariamente simbólica e escatológica. O foco deve ser no princípio de ordem e santidade, não em arquitetura literal.