"No ano vinte e três de Nabucodonosor Nebuzaradão capitão da guarda levou cativos dentre os judeus setecentas e quarenta e cinco almas todas as almas são quatro mil e seiscentas"
Textus Receptus
"No vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou cativos dos judeus setecentas e quarenta e cinco pessoas. Todas as pessoas foram quatro mil e seiscentas."
O versículo registra o registro final de deportados judeus por Nabucodonosor, fechando o censo total de exilados mencionado no livro.
Explicação Histórica
O termo 'almas' (nephesh) refere-se aqui a indivíduos ou pessoas vivas, sendo contabilizados como sujeitos da punição divina. O número total citado, quatro mil e seiscentas, representa o censo acumulado das três deportações registradas pelo autor.
Interpretação Doutrinária
Este relato confirma a justiça de Deus em cumprir Suas advertências proféticas através da disciplina nacional, evidenciando que a desobediência ao Pacto resulta em juízo, mas preservando o remanescente conforme as promessas divinas.
Aplicação Prática
O cristão deve compreender que Deus é soberano sobre a história e as nações, sendo necessário viver em arrependimento contínuo para não incorrer na disciplina do Senhor, reconhecendo que a salvação é um favor imerecido em meio aos juízos do mundo.
Precauções de Leitura
Não se deve buscar significados esotéricos ou numerológicos ocultos nestas cifras; o texto é um registro histórico de fatos ocorridos, servindo para atestar a fidelidade da Palavra de Deus em cumprir o que foi profetizado.