"Trazem prata estendida de Tarsis e ouro de Ufaz trabalho do artífice e das mãos do fundidor fazem seus vestidos de azul celeste e púrpura obra de sábios são todos eles"
Textus Receptus
"Trazem prata batida de Társis, e ouro de Ufaz, a obra de um trabalhador, e das mãos de um fundidor; vestem-se de azul e púrpura; todos são obra de homens habilidosos."
O profeta Jeremias expõe a vacuidade da idolatria, demonstrando que ídolos são meros artefatos feitos pela habilidade humana com materiais preciosos.
Explicação Histórica
O texto utiliza termos como 'prata estendida' (laminada) e 'ouro de Ufaz' para enfatizar o alto custo material, contrastando-o com o 'trabalho do artífice' e 'mãos do fundidor', que denotam o esforço humano na criação de um objeto que, ao fim, permanece inanimado.
Interpretação Doutrinária
A passagem reforça a doutrina da soberania de Deus contra a insensatez da idolatria, evidenciando que o homem, ao criar sua própria divindade, nega a adoração ao Criador único que se revela pela Sua Palavra e Espírito.
Aplicação Prática
O cristão deve guardar o coração contra qualquer forma de idolatria moderna, lembrando que a verdadeira adoração exige obediência e santidade, e não artefatos ou rituais sem vida.
Precauções de Leitura
Deve-se evitar interpretar este texto como uma condenação ao uso de materiais preciosos, mas sim como uma crítica à confiança colocada em ídolos que não podem salvar, ouvir ou intervir na história.