"E a quarta ordem de uma turquesa e de uma sardônica e de um jaspe engastadas nos seus engastes de ouro"
Textus Receptus
"E a quarta fileira era um berilo, um ônix e um jaspe. Eram engastadas em ouro nos seus engastes."
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Texto Central
Este versículo detalha as três pedras preciosas que compunham a quarta fila do peitoral do sumo sacerdote: uma turquesa, uma sardônica e um jaspe, todas firmemente engastadas em ouro.
Explicação Histórica
A expressão 'quarta ordem' refere-se à quarta fila das doze pedras engastadas no peitoral do sumo sacerdote. As pedras mencionadas, 'turquesa' (também traduzida como berilo ou carbúnculo em algumas versões), 'sardônica' (uma variedade de ônix) e 'jaspe', eram gemas valorizadas por sua beleza e simbolismo no contexto antigo. 'Engastadas nos seus engastes de ouro' indica que cada pedra era fixada individualmente em um receptáculo ou moldura de ouro, garantindo sua segurança e destacando sua preciosidade.
Interpretação Doutrinária
A meticulosa descrição da confecção do peitoral e de suas pedras, conforme detalhado neste versículo, ressalta a importância da obediência exata às ordens de Deus para o serviço sagrado. Cada pedra representava uma das doze tribos de Israel (Êxodo 28:21), simbolizando a responsabilidade do sumo sacerdote de carregar o povo diante de Deus. Essa dedicação e santidade no serviço prefiguram a obra perfeita de Cristo como nosso Sumo Sacerdote, que intercede por todo o Seu povo, e a necessidade de reverência e consagração no ministério atual, conforme o padrão divino.
Aplicação Prática
O crente deve buscar a santidade e a obediência zelosa aos preceitos de Deus em todas as áreas da vida e do serviço cristão. Assim como as pedras preciosas eram cuidadosamente preparadas, devemos apresentar a Deus o nosso melhor, com integridade e dedicação, lembrando-nos que somos chamados a interceder uns pelos outros e a viver em conformidade com a Sua Palavra.
Precauções de Leitura
É importante evitar a alegorização excessiva de cada pedra individualmente, perdendo de vista o propósito maior do peitoral como representação das tribos de Israel e um símbolo da obediência ao mandamento divino. Não se deve desvincular este versículo do contexto da construção do Tabernáculo e do sacerdócio levítico, que apontava para a obra redentora de Jesus Cristo.