"E Abner olhando para trás disse És tu Asael E disse ele Eu sou"
Textus Receptus
"Então, Abner olhou para trás de si, e disse: És tu Asael? E ele respondeu: Sou eu. "
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Palavra
Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
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Texto Central
Abner, durante a perseguição na batalha, reconhece e questiona Asael, seu implacável perseguidor, que prontamente confirma sua identidade e intenção de continuar.
Explicação Histórica
A expressão 'E Abner, olhando para trás' indica a iminência da perseguição e a necessidade de Abner de identificar seu perseguidor direto. A pergunta 'És tu Asael?' não é meramente uma busca de informação, mas uma tentativa de Abner de fazer Asael refletir sobre as implicações de sua perseguição, dada a relação entre eles. A resposta concisa 'Eu sou' de Asael confirma sua identidade e, implicitamente, sua determinação em manter a perseguição, ignorando o aviso prévio de Abner (2 Samuel 2:22).
Interpretação Doutrinária
A Palavra de Deus, sendo infalível, narra eventos históricos que ilustram a natureza humana, incluindo a paixão em batalha e as consequências de decisões precipitadas. Embora este versículo descreva um evento de guerra, ele ressalta a responsabilidade individual pelas escolhas. A recusa de Asael em recuar, mesmo após o aviso, demonstra a seriedade das escolhas pessoais e suas implicações. A busca pela paz e a prudência em situações de conflito são princípios ensinados nas Escrituras, refletindo a necessidade de discernimento espiritual.
Aplicação Prática
A vida cristã requer discernimento e obediência à vontade de Deus, evitando a imprudência que pode levar a resultados trágicos. Assim como Abner tentou evitar um conflito maior, somos chamados a buscar a paz e a evitar a contenda, exercitando a sabedoria e a submissão aos desígnios divinos em todas as circunstâncias, buscando 'ter paz com todos os homens' (Romanos 12:18).
Precauções de Leitura
É crucial não isolar este versículo do seu contexto narrativo de guerra e perseguição pessoal. Não deve ser interpretado como uma justificativa para a violência ou a vingança, nem como um modelo de conduta para o cristão em situações de conflito físico. Sua função é descritiva da história e das consequências das ações humanas dentro de um cenário de guerra, não prescrevendo um comportamento para a conduta cristã atual.